Antes dos anos 60, a informática era muito diferente da que temos hoje. Era usada apenas para projetos militares, tecnocracia científico-industrial e por especialistas técnicos. Os computadores eram inimagináveis para a população comum. Foi aí, que um grupo de pessoas resolveu quebrar esse modelo existente e buscar meios de permitir a todos esse novo mundo de informação. O computador pessoal só surgiu graças a essas pessoas; e a cibercultura também.
A cibercultura, fenômeno do último século, é conseqüência da micro-informática. No início da era do computador pessoal, este era apenas um novo banco de dados, usado para organizar a vida das pessoas – quase que sempre para trabalho. Hoje, os computadores são muito mais do que isso: tomaram o espaço de muitos outros aparelhos e trazem em si diversas funções como calculadora, agenda telefônica, jogos, ambientes de pesquisa, meios de comunicação. Foi assim que essas mágicas máquinas de entreter tornaram-se essenciais à vida dos que tem acesso a elas e a cibercultura surgiu como um movimento social, modificando e criando novos hábitos para a população.
Essas novas máquinas, cada vez mais modernas, buscam assemelhar-se cada vez mais ao cérebro humano, simular seres vivos e aliar o conhecimento natural às necessidades da sociedade moderna, facilitando a vida do Ser Humano.
Teorias da cibernética vieram mostrar que a informação é a base para definir o ser humano em todos os sentidos e as trocas de informação que determinam sua evolução e sobrevivência. A separação entre cibernética e informática se dá, quando vemos a informática como técnica de manipulação da informação, enquanto a cibernética busca ser um modo de reflexão sob como usar a informação. A cibernética faz pensar, e assim tornou um movimento cultural: a cibercultura.
Esse movimento social, que continua borbulhando em nossa sociedade, veio para democratizar o acesso à informação e garantir o direito à liberdade de expressão e privacidade. A nova informática busca, acima de tudo, tornar-nos todos capazes de acessar e entender o mundo digital inserindo-nos nesse novo mundo.
3 comentários:
adorei o texto, está muito bem escrito, como tudo que você escreve né
você só me da orgulho
parabééns
beeeijão
Mariana,
Você escreve muito bem. Seus pensamentos são bem articulados e seu texto é claro e direto.
Muito bom, mesmo. E você se aventurou por questões mais filosóficas, por assim dizer, do artigo do Lemos, o que não é fácil.
Aproveite seu potencial e continue postando e divulgando seus textos no blog.
Parabéns
Legal sim seu texto, mas, cá entre nós, como garantir e preservar a privacidade em um mundo em que todos estão abertos e acessíveis a todos?
Não sei se fica mais fácil entender, mas, com certeza fica cada vez mais fácil participar desse mundo microinformático, afinal usamos aparelhos que nem sequer sabemos que há dentro dele essa informática miniaturizada.
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