terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Uma loja dos sonhos!

Eu AMO ver coisas bonitas. E essa loja parece ter saído de um sonho! =]


Não é apaixonante?

Mais fotos e informações aqui.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Minha paixão por cafés da manhã

Café da manhã é minha refeição preferida!

Eu adoro acordar de manhã, ver a mesa cheia e comer várias coisas gostosas. Gosto tanto que meu corpo já se acostumei e acorda faminto todos os dias! Não consigo nem pensar em pular essa refeição, como muitas pessoas fazem.

Na verdade, sei que isso não foi natural. Eu era dessas que acordava e ia direto para a escola sem comer nada, mas quando comecei a me interessar por alimentação, com uns 12 anos, trabalhei duro para me reeducar e um dos desafios era tomar café da manhã todos os dias. Deu certo!

Eu e alguns amigos temos um blog de culinária, o Cucinar & Disfrutar e hoje postei lá duas receitas de comidas de café da manhã que eu adoro. Uhmmmmm!

Melancolia

Às vezes, eu fico muito melancólica. E isso me cansa.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Um ser gregário

Se tem uma coisa que eu não tenho dúvida é que o ser humano é um ser gregário. Eu, então, sou um ser ultra-gregário. Nunca gostei de viver sozinha. Sempre estive rodeada de amigos. E sempre fiquei amiga dos amigos e fiz novos amigos.
Tenho amigos de muitos anos e estou sempre fazendo novos. Tenho amigos desde as barrigas das nossas mães, do pré, do ensino fundamental, do curso de inglês, da viagem de formatura do fundamental, do ensino médio, da faculdade, de projetos que participei, de projetos que coordenei, do antigo trabalho, do trabalho atual... enfim, tenho muitos amigos da vida. E faço muita questão de manter contato com eles.
Sou daquelas que manda e-mail, carta, liga, viaja só para encontrar por um fim de semana, recebe por uma semana em casa e ainda acha pouco. Sou daquelas que ama saber que está bem, que ama estar perto e ama cuidar.
Eu amo cuidar das pessoas. Por isso, eu não tenho dúvidas que sou um ser gregário.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Enviando amor pelas cartas

Eu amo cartas! Sempre amei. Engraçado isso, porque sou de uma geração em que a maioria nunca enviou nada pelos Correios...
Tive a fase de escrever cartas para os amigos de perto, do colégio. Eram umas 5 cartas por dia, quase sempre pros mesmos amigos e amigas. Mas era muito divertido. Adorava a troca de carinho que rolava nesse gesto simples. Ah, também rolavam as fofocas, claro, em uma época que internet a eu só podia usar de fim de semana e depois da meia-noite, que pagava um só um impulso de telefone. Quando fiz meus primeiros amigos longe, comecei a bater cartão nos Correios. Mandava cartas toda semana. Depois que descobri a tal carta social (que custa R$ 0,01), virei fã.
As folhas de fichário iam quase todas para isso... também tinham os papéis de carta, mas sempre tive dó de usar. Guardei todos com muito carinho, em pastas e separadinhos por coleção. Tinha até esquecido dessas minhas relíquias e lembrei esses tempos, quando estive na Índia. Fomos a vários locais de venda de papéis artesanais lindíssimos, de uma qualidade maravilhosa e me perguntei: "será que ainda tenho os meus?". Confesso que nem lembrava se tinha dado. Quando cheguei a minha casa de Santos, fui direto procurar e lá estavam eles, guardadinhos em um dos armários. Foi muito legal rever cada um e lembrar de onde vieram... os comprados na banca perto da casa da vovó, os comprados na papelaria do Mauro, os que ganhei da minha prima Marcela (herdei toda sua coleção!).
Durante a viagem, fiquei com muita vontade de enviar postais. Enviei para meus pais, namorado, amigos, trabalho... era uma delícia escrever lembrando de cada um e imaginando os rostos deles ao receber.
Na Índia, também conheci a Sakhi, uma jovem super especial que é filha de um amigo de alguns colegas de trabalho. Ela tem 18 anos e vários sonhos e projetos. Um deles envolve enviar 100 cartas em 3 meses. Fiquei bem inspirada!
Já estávamos querendo enviar postais do Brasil para algumas pessoas que conhecemos na Índia, mas quando comecei a ver todas as fotos legais que tiramos, pensei: "por que não enviar fotos nossas com as pessoas?". A Ari topou, selecionamos 32 imagens para enviar para umas 20 pessoas que marcaram nossa temporada por lá e ela escreveu todos os envelopes e fotos com muito carinho. Muito legal! :-)


Já que a inspiração estava correndo solta, resolvi também escrever cartas para algumas amigas que moram longe e de quem gosto muito. Desenhar não é um dos meus talentos, mas até me arrisquei a fazer algumas coisinhas coloridas em todas elas. Realmente, ver coisas belas me inspira a pelo menos tentar.


As cartas me emocionam. Gosto do gosto de abrir um envelope e saber que ele veio de longe e que, ainda assim, a pessoa que escreveu tocou no mesmo papel que você está tocando agora. Acho que, desde cedo, as cartas foram o meio que encontrei para enviar amor e me sentir mais perto.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Me chamaram de mamãe!

No meu trabalho, temos 3 crianças que ficam conosco todos os dias, filhas de quatro companheiros nossos, 2 casais. Por sinal, a conta vai aumentar, porque o casal que "só" tem uma está esperando o(a) segundo(a).

A Luiza, a mais nova, sempre me chama de mamãe. Como ela não fala quase nada, sempre associei que ela chama de mamãe porque é um dos únicos "nomes" ou chamamentos que ela sabe.

Por coincidência, a mãe dela também chama Mariana. Hoje, a Lia, de 4 anos (a que vai ganhar um irmãozinho/a) viu ela me chamando de mamãe e perguntou: "ela te chama de mamãe porque a mãe dela também chama Mariana?". Não é incrível? Como pode uma criança de 4 anos fazer uma associação dessas?

Demais!

Eu até fiquei na dúvida, mas depois fizemos o teste e descobrimos que a Luiza chama todas as mulheres de mamãe mesmo. E o André, também do escritório, falou que ela o chama de papai. Pois é... é pequena, com vocabulário restrito, mas sabe se virar. O mundo é dos espertos!

Ensinando coisa errada

Os mamíferos são muito mais parecidos do que os humanos acreditam.

Em casa temos 4 cachorros, 3 fêmeas e 1 macho. Cada um chegou em casa de uma maneira diferente - a primeira teve uma chegada tradicional e depois as histórias foram ficando mais inusitadas. Hoje, vimos a mais velha da casa ensinando a mais nova a fazer uma traquinagem: derrubar as almofadas no sofá no chão. Cinicamente, quando olhamos o que elas faziam, a mais velha saiu andando e deixou a mais nova sozinha.

Quem nunca fez isso com o irmão ou primo (meu caso!) mais novo?

Eu sou blogueira?

Eu sempre tive uma relação estranha com diários e agendas e isso se transportou para os blogs, quando entrei nesse mundo. Eu adoro escrever, vejo "zil" coisas interessantes durante os dias, mas acabo nunca escrevendo sobre elas aqui.
Lembro que quando era pequena admirava muito aquelas personagens de filmes e seriados que escreviam todos as noites nos seus queridos diários e queria muito ser como elas. Me esforcei várias vezes para começar um, depois comecei a tentar usar minhas agendas como diários, mas sempre acaba parando por algum motivo. Só fui mesmo encontrar uma razão para ter agenda quando comecei a seguir o exemplo da minha mãe e anotar não só compromissos, mas tarefas a fazer.
Meu primeiro blog era na verdade um fotolog, no auge dos meus 15, 16 anos. Postava religiosamente e, como só podia colocar uma foto por dia na versão gratuita, esperava ansiosamente pelo dia seguinte e me dedicava na missão de escolher a melhor imagem. Cheguei a fazer várias amizades-fotologgers, principalmente mãe e titias de bebês (sempre fui apaixonada por crianças!) e cheguei até a ter a versão paga por alguns meses. Depois, a moda passou e passou também minha vontade de postar...
Quando comecei meu primeiro blog, foi a mesma empolgação de sempre! Postando todo dia e mais que feliz com a vida de posts ilimitados. Depois, passou... e como o blog ficava abandonado por muito tempo, eu nunca mais postei. Isso aconteceu também com o segundo e eu na verdade nem sei quantos blogs tive - embora ache que foram só dois mesmo.
Esse aqui criei para uma matéria da faculdade, de jornalismo para internet, e depois acabei mantendo. Mais uma vez, como não tinha paciência pra postar sempre e ninguém acessava, abandonei, porque não me considerava de fato blogueira. Mas agora estou pensando que talvez seja legal postar só algumas vezes mesmo, quando tiver vontade e inspiração, sem me preocupar com leitores, mas com minha vontade de escrever, me expressar e também para poder ler esses conteúdos no futuro e relembrar como fui um dia. Acho que ter registros de momentos em que estamos inspirados (seja textos, fotos, desenhos, etc) nos ajuda a nos aproximar de nós mesmos nos momentos em que nos sentimos um pouco perdidos...
Esse é o post número um desse recomeço.