quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Teia 2007 reúne Pontos de Cultura em BH

A Teia 2007 é o maior encontro de diversidade cultural do Brasil e reúne os Pontos de Cultura participantes do Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva, do Ministério da Cultura. Este ano, vem com o tema Tudo de Todos e terá como principal discussão a relação entre Cultura e Educação.

O evento, que ocorre em Belo Horizonte (MG), iniciou ontem e segue até domingo. A abertura, que homenageou a cultura popular por meio de cantigas e histórias, foi realizada por um mestre griô e contou com a participação de representantes dos Pontos de Cultura, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Cultura Gilberto Gil.

A Teia 2006 foi realizada em São Paulo (SP) no Pavilhão da Bienal. Quebrando o clima da primeira, dessa vez os eventos serão espalhados por toda a Cidade de BH.

A extensa programação da Teia engloba palestras, debates, oficinas, apresentações culturais, entre outras atividades. A cobertura dos cinco dias de encontro pode ser encontrada no site oficial do encontro e no site da rede de jornalismo cultural independente 100 canais.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

“Calma, gente! Tem jornalismo pra todos!”

O jornalismo sofreu alterações infinitas com a evolução dos meios de comunicação, mas foi a internet que trouxe algo novo que hoje gera grande discussão: o jornalismo participativo. Pela primeira vez na história, está sendo rompida a barreira que sempre existiu entre produtor e consumidor de informação.

Hoje, qualquer um pode escrever e publicar matérias sobre o que quiser, sem empecilhos jurídicos (pela falta do diploma de jornalista) ou financeiros. A internet deu voz ativa a quem antes só tinha espaço nas páginas de “cartas do leitor” e promove uma revolução na geração de conteúdo, com uma pluralidade de visões pulsando em todos os cantos.

Muitos defendem e muitos criticam essa nova forma de jornalismo. Aliás, o debate começa logo pelo fato de chamarmos de jornalismo: “como jornalismo se não é feito por jornalistas?”. E aí, fica aquela velha história de “discutir a cereja sem discutir o bolo”.

Não há como parar esse fenômeno, os blogs estão por aí, pipocando a todo tempo. E não será o empobrecimento do jornalismo profissional, como muitos professam. Pelo contrário, será o momento dos jornalistas se destacarem por seus diferenciais.

Os profissionais preencherão as lacunas que ficarão na cabeça dos leitores-produtores e continuarão mostrando as notícias que só um jornalista consegue encontrar. Será a retomada das grandes reportagens, dos textos aprofundados e do jornalismo apaixonado de que tanto sentimos falta.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Usabilidade: Análise do site Globo.com

O site Globo.com fala ao público interessado em esportes, entretenimento e notícias e, por isso, mescla notícias de vários temas em sua página de abertura, para buscar atrair todo tipo de leitor. Usa linguagem simples e muitas vezes descontraída nas manchetes, brincando com o leitor. Exemplo: “Eva Longoria desliza na hora de ajeitar o biquíni”. Cada assunto escolhido é direcionado para um site específico: Esporte Globo Esporte, Entretenimento Ego, e notícias “minuto a minuto” de diversos assuntos G1 .

As páginas carregam muito rápido, não há problemas quanto a isso. Há vídeos em uma sessão especial, assim só quem quer vê-lo precisa esperar carregar. Não há nenhum link para contato com o administrador ou o autor dos textos. No G1, o leitor pode comentar as notícias que lê e ler os comentários dos outros leitores, mas continua não havendo link para falar com a equipe do site.

Os elementos gráficos são harmoniosos. Há publicidade em movimento, mas em um box e não “correndo pela página”, portanto não atrapalha a leitura. As manchetes são claras e os links levam diretamente às matérias, porém ao rolar a barra de espaço, aumenta muito o fluxo de notícias e o visual fica um pouco poluído.

O site tem o fundo branco, facilitando a leitura e as manchetes são identificadas por cor, fazendo assim com que o leitor identifique a que assunto pertence àquela notícia e a que site será direcionado.

Creio que a criação de um link fácil de contato com os administradores do site é essencial, para que os leitores possam mandar suas críticas e sugestões.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Um sonho pelo outro...

Santos abriga muitos artistas na ativa, mas também muitos que, no momento, têm a música como plano futuro. Esse é o caso de Barbara Dias, que depois de cantar na noite por três anos, teve que parar para dar vez a outro objetivo: a conclusão da faculdade.

Barbara, de 19 anos, sempre se interessou por música e começou a estudar canto e piano há quatro anos. Um amigo seu, que já tocava em barzinhos, estava procurando uma cantora e eles resolveram formam uma dupla voz e violão.

Nos três anos de trabalho conjunto, eles tocaram em lugares como Cachaçaria Água Boa, Café Brasil, Reale Bar, Ritz Hotel Bar, Casa Velha, além dos avulsos. A parceria terminou no ano passado, quando Bárbara entrou na faculdade: “Era tudo muito corrido. Tínhamos que tirar músicas novas, atualizar repertório, ensaiar. Não dava pra conciliar”, explica. Pouco tempo depois, seu parceiro também parou por causa do emprego.

A cantora diz que a música “dá um dinheirinho” e que dá para viver disso, desde que se corra atrás. Ela, que tem amigos que vivem da música, conta que é preciso disponibilidade e investimentos

.Hoje, a estudante faz algumas apresentações avulsas com outro amigo, em casamentos e barzinhos e estuda violão. “É mais fácil cantar sabendo um instrumento e pretendo conseguir cantar e tocar junto”, diz a cantora que pensa em retomar a carreira assim que concluir a faculdade.

Matéria publicada no blog Som Santista em 30 de maio de 2007.

E o “TortoLido” apresenta... o “Teatro Mágico”!

Hoje, em nossos primeiros textos, contaremos um pouco do que rolou na festa do “TortoLido”. O evento, realizado no último sábado, dia 14, no Clube Portuários pelos bares “Torto”, de Santos, e “Lido”, de São Vicente, teve como principal atração o grupo “Teatro Mágico”.Para dar uma visão ampla a nossos leitores, a tarefa ficou dividida: há um texto falando sobre os prós e outro falando sobre os contras da festa. Aproveitem as leituras e deixem os seus comentários!

Mariana Felippe de Oliveira e Xenda Amici

A realidade lúdica da magia teatral

Dessa vez, a já tradicional festa do “TortoLido” contou com uma novidade: 7 mil pessoas. O motivo do tamanho sucesso de público, foi a idéia de reunir bandas conhecidas da noite santista, que tocam nos dois bares, à “trupe teatral” de maior repercussão no momento, O Teatro Mágico. O grupo agrega performances circenses e teatrais à elementos de nossa música popular e, além disso, contrasta instrumentos clássicos, como o violino, à efeitos sonoros masterizados em computador. Além da trupe, várias bandas de pop-rock e mpb da região agitaram as tendas montadas na parte de fora do ginásio.O novo e o clássico se juntaram nesse evento voltado a um público essencialmente jovem. Quem compareceu, com certeza valoriza as raízes da nossa MPB e sabe que “existe vida além do funk e do pagode”. Sem discriminação a quem ouve esses ritmos, mas quem foi, sabe que a música – assim como todas as outras expressões artísticas – pode ser usada como arma de protesto, demonstrando nossas insatisfações e vontades.A festa já faz parte do calendário cultural da cidade e tende a crescer a cada edição. O santista tem sede de arte e, nesses encontros, observamos que há opções para quem está exausto das mesmas batidas e dos mesmos tipos de pessoas que encontra toda vez que sai à noite. A receita foi aprovada, agora só nos resta torcer para que mais festas desse tipo aconteçam em nossa cidade.

Xenda Amici

Mas nem tudo foi mágico na “TortoLido”...

Embora o “Teatro Mágico” realmente tenha levantado seus fãs fiéis, que cantavam e dançavam no compasso das músicas, os que conheciam pouco ou nada da trupe teatral, sofriam para, do fundo, tentar entender algo das letras. O áudio estava péssimo! Quem conhecia, ótimo, quem não conhecia, continuou sem conhecer.Outro detalhe foi um dos principais chamarizes da festa: as atrações rolavam ao mesmo tempo nos dois palcos e na tenda externa, porém, não houve nenhum tipo de divulgação de o que seria onde, então, muitas pessoas perderam shows que queriam ter visto por desinformação.Fora isso, houve o “problema” que mais chamou atenção: o público da festa nada lembrava o público habitual dos bares “Torto” e “Lido”. E muito menos era formado totalmente por fãs do “Teatro Mágico”, pois enquanto o grupo cantava versos com mensagens profundas, que buscavam atingir o íntimo de cada um, muitos não puderam aproveitar, pois passavam mal nos cantos do clube Portuários pelo excesso de bebida (seu ou do amigo, claro). Isso sem falar nas pessoas que rodavam sem parar entre os ambientes e acabavam do lado de fora mesmo, por não “se encontrar” em canto algum.Creio que, se o objetivo era levantar verbas e divulgar as duas casas, este foi alcançado, já que a festa estava lotada; mas se o objetivo era o mesmo dos anos anteriores, quando a festa era em lugares menores, de somente reunir toda a galera ligada em MPB e nos grupos santistas, não se cumpriu totalmente.

Mariana Felippe de Oliveira

Matéria publicada no blog Som Santista em 19 de abril de 2007.

*Imagem retirada do site Overmundo

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Ó, mundo tão digital.. ops, desigual!


“Ó, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual ôôôô
De um lado este carnaval
Do outro a fome total ôôôô”
Gilberto Gil
Difícil querer priorizar o acesso total à internet quando sabemos que há pessoas que não tem acesso a casa, comida, água. Mas como ignorar o que já foi iniciado? A inclusão digital já foi tomada como uma necessidade, até o Governo já possui projetos para que todos tenham este direito. A dúvida que fica é: como incluir digitalmente os excluídos socialmente? Não estaríamos pulando etapas?
Está mais do que provado que o Brasil ainda não absorveu essa nova realidade tecnológica. Os membros das classes A e B (24% da população) detém 90,7 do uso da internet – fica um abismo entre os números, e quanto mais procuramos a distância só aumenta. Por que isso? Alguns não acessam a internet por não ter computador em casa e nem em nenhum local perto, outros não acessam porque... ahn... porque não tem casa. E essa é apenas uma das barreiras.
Não estou dizendo que a exclusão digital não é um problema. Afinal, seria fácil afirmar isso enquanto digito tranqüilamente após checar meus e-mail, ver as mensagens dos amigos no Orkut, as notícias importantes do dia nos grandes portais de informação e pesquisar dados para construir esse texto. O problema é que é um círculo vicioso. “A exclusão sócio-econômica desencadeia a exclusão digital ao mesmo tempo que a exclusão digital aprofunda a exclusão sócio-econômica.”, diz o professor e doutor em Ciências da Comunicação Antonio Mendes Filho em um artigo para o site Espaço Acadêmico.
A questão é complicada e não há mais volta. Não dá para esquecer a modernização e voltar ao passado para alcançar a igualdade. O jeito é mesmo arranjar uma maneira de prover a todos o que já é a realidade de alguns.
Como li em um artigo do jornalista Paulo Rebêlo, “inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia”. A tecnologia deve ser usada para o bem de todos, foi para isso que ela foi criada. A política da inclusão digital é válida e necessária, mas deveria haver também uma política de bom uso, já que os internautas usam a internet muito mais como simples entretenimento do que como forma de interligar-se com o mundo além de seu próprio umbigo.


* A ilustração é uma charge feita pelo site Humor Tadela e foi utilizada em um artigo do professor Antonio Mendes da Silva Filho, que teve trecho de outro artigo citado no texto.

domingo, 27 de maio de 2007

Eduardo Silva fala sobre mercado de trabalho de trabalho em 2o Papo de Botequim do NUJJOR-BS

*Mariana Oliveira

O 2o Papo de Botequim, realizado pelo Núcleo do Jovem Jornalista da Baixada Santista (NUJJOR), aconteceu dia 26, último sábado, às 15 horas, no bar Oktobeer. Dessa vez, o convidado foi Eduardo Silva, editor-chefe da TV Tribuna.
Eduardo falou aos jovens jornalistas sobre a entrada dos recém-formados no mercado de trabalho e sobre a importância de ser diferenciado. Para ele, é essencial aproveitar o tempo da faculdade para estudar, fazer estágios e conhecer as diferentes áreas de atuação. "Não dá para você ser bom, mas ficar em casa deitado numa rede, esperando alguém te ligar. Tem que bater em porta, tem que procurar", estimulou o editor-chefe.
Em uma conversa descontraída, o jornalista contou histórias de sua carreira, desde a época de rádio e o início da TV Tribuna até as atuais, como editor. Além disso, comentou sobre os diferentes campos jornalísticos e a função principal de cada um deles. Eduardo Silva ressaltou ainda a importância de se escrever bem. "Quem escreve bem, se dá bem em qualquer lugar. Aquele que começa a carreira em um jornal leva uma vantagem no mercado".
Projetos do NUJJOR como de estreitar o relacionamento com a comunidade carente também estiveram em pauta. Eduardo colocou suas opiniões, deu idéias e se colocou a disposição para ajudar o Núcleo no que for possível. "O jornalista ainda está muito encastelado, muito distante. Toda comunidade é carente de informação", concluiu.

*Mariana Oliveira é estudante do 2º ano de Jornalismo da Universidade Católica de Santos (UniSantos) e integra a equipe do NUJJOR-BS.

A NUJJOR-BS convida todos os estudantes e interessados a participar do evento em conjunto com a Associação dos Cortiços do Centro (ACC) no dia 09/junho/07. Em breve, mais informações!!

domingo, 13 de maio de 2007

Questão habitacional continua prioridade para Vila Santa Casa


Questão habitacional continua prioridade para Vila Santa Casa

A comunidade, que já se chamou Caldeirão do Diabo, tem a urbanização total como principal meta para a nova diretoria


Ontem foi dia de confraternização na Vila Santa Casa, na Encruzilhada. Os moradores foram à sede da Associação de Moradores para prestigiar a posse da nova diretoria e conselho fiscal, que continuará tendo como principal objetivo a conquista de moradias dignas para toda a comunidade. A eleição ocorreu em setembro do ano passado, com chapa única.
“Aqui sempre é chapa única, a gente decide em consenso porque todos lutam juntos pelo bem-estar de todos”, explica Aldenora Maria de Jesus, que mora com toda a família na comunidade desde 1987 e é a única presidente da história da Associação, que fundou em 1990.
A associação nasceu da necessidade dos moradores de lutar pela melhoria das condições de vida no local, que segundo moradores antes era só capim e um grande lamaçal com alguns barracos. As primeiras lutas foram pela implantação das redes de água, esgoto e luz. Em 1992, ao conquistarem mais um direito, o de mudar o nome do local para Vila Santa Casa (antes, ela se chamava Caldeirão do Diabo) houve uma grande festa com batizado. A área da Vila antes pertencia à Santa Casa de Misericórdia de Santos, e em uma reunião de moradores para decisão de um novo nome, o atual ganhou. Como a Santa Casa concordou em ceder o título, foi feita a homenagem.
Os projetos de moradia começaram a tomar forma por meio de reivindicações da associação junto à Companhia de Habitação (Cohab). Foi feito um cadastro dos moradores e começaram os projetos. O primeiro prédio, chamado Aldenora Maria de Jesus, em homenagem a presidente da associação, foi entregue em 28 de setembro de 1996, data em que todo o sistema de saneamento básico já havia sido finalizado com “muito esforço, garra e coragem”, nas palavras da homenageada.
A Vila Santa Casa abrange uma área que vai da rua Comendador Martins a avenida Washington Luís. Muitos moradores já estão morando nos prédios da COHAB e mais 80 apartamentos serão construídos para abrigar os que ainda estão na área de favela. “A luta não pára, a gente tem que lutar por esse povo até a hora que todos tenham uma moradia digna”, diz Aldenora que hoje mora no último prédio entregue pela Cohab, em 2006.
A confraternização é um momento de encontro dos moradores, como Maria do Carmo Barbosa, moradora da Vila há 33 anos que hoje mora no alojamento e aguarda a entrega do próximo prédio, onde terá um apartamento. Para Maria do Carmo, tudo melhorou depois que Aldenora chegou à comunidade e sem seu esforço, pouco teria mudado desde a época dos lamaçais.
Cláudia Maragoni, presidente do Conselho Municipal das Entidades de Bairro do Santos (Comeb), esteve na posse e explicou que a função do Comeb é dar um acompanhamento às entidades e facilitar seu trabalho e comunicação com a Prefeitura. O conselho existe desde 1984 e, segundo Cláudia, há 64 sociedades e associações cadastradas na Cidade (contando com a área continental). Cerca de 50 delas são atuantes.
Mariana Felippe de Oliveira

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Texto sobre cibercultura com links PARTE I - O Novo Mundo Cibercultural

Antes dos anos 60, a informática era muito diferente da que temos hoje. Os computadores eram imensos, ocupavam salas inteiras. Esses aparelhos eram inimagináveis para a população comum. Foi aí, que um grupo de pessoas resolveu quebrar esse modelo existente e buscar meios de permitir a todos esse novo mundo de informação. O computador pessoal só surgiu graças a essas pessoas; e a cibercultura também.

A cibercultura, fenômeno do último século, é conseqüência da micro-informática. No início da era do computador pessoal, este era apenas um novo banco de dados, usado para organizar a vida das pessoas – quase que sempre para trabalho. Hoje, os computadores são muito mais do que isso: tomaram o espaço de muitos outros aparelhos e trazem em si diversas funções como calculadora agenda telefônica, jogos, ambientes de pesquisa, meios de comunicação. Foi assim que essas mágicas máquinas de entreter tornaram-se essenciais à vida dos que tem acesso a elas e a cibercultura surgiu como um movimento social, modificando e criando novos hábitos para a população.

Essas novas máquinas, cada vez mais modernas, buscam assemelhar-se cada vez mais ao cérebro humano, simular seres vivos e aliar o conhecimento natural às necessidades da sociedade moderna, facilitando a vida do Ser Humano.

Texto sobre Cibercultura com links PARTE II

Teorias da cibernética vieram mostrar que a informação é a base para definir o ser humano em todos os sentidos e as trocas de informação que determinam sua evolução e sobrevivência. A separação entre cibernética e informática se dá, quando vemos a informática como técnica de manipulação da informação, enquanto a cibernética busca ser um modo de reflexão sob como usar a informação. A cibernética faz pensar, e assim tornou um movimento cultural: a cibercultura.

Esse movimento social, que continua borbulhando em nossa sociedade, veio para democratizar o acesso à informação e garantir o direito à liberdade de expressão e privacidade. A nova informática busca, acima de tudo, tornar-nos todos capazes de acessar e entender o mundo digital inserindo-nos nesse novo mundo.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Roteiro do programa de podcast "Som santista"

LAUDA

ESTE PROGRAMA FOI FEITO ESPECIALMENTE PARA VOCÊ QUE CURTE A NOITE SANTISTA E QUER SABER UM POUCO MAIS SOBRE A TRAJETORIA DO SEU GRUPO FAVORITO// (NICOLE)

HOJE NO PRIMEIRO SOM SANTISTA VOCÊ VAI ESCUTAR A HISTORIA DE CARLOS BRONSON, COM O VOCALISTA ROGER E TAMBÉM UM POUCO MAIS SOBRE A CARREIRA DA SOLISTA ANA BEATRIZ// (IVO)

UM PROGRAMA CHEIO DE CURIOSIDADES E MUSICA PRA VOCÊ AGORA NA SUA INTERNTE//(IVO)

Entra musica roger

VOCÊ JÁ ESCUTOU ESTA VOZ EM ALGUMA BALADA por AQUI?//
POIS É, ESTE É O ROGER GUERRA, DA BANDA CARLOS BRONSON, QUE TOCA EM MUITOS LUGARES DE SANTOS E DA REGIÃO COMO POR EXEMPLO: MOBY DICK, TORTO, LIDO, BARBATANAS// (MARIANA)

COLOCAR ENTREVISTA EDITADA COM ROGER:



É ISSO AÊ! AGORA QUE VOCÊ JÁ SABE MAIS SOBRE ROGER E A BANDA, VAMOS FALAR COM ANA BEATRIZ A VOZ DA NOIVA MPB NA BAIXADA SANTISTA//(XENDA)

COLOCAR ENTREVISTA:




BOM GENTE, POR ESTE PROGRAMA É SÓ// MAS ESPERE QUE LOGO TEREMOS OUTRAS ATRAÇÕES E MUITAS NOVIDADES PARA VOCÊ FICAR LIGADO NO SEU IDOLO SANTISTA//(NICOLE)

Professor,

Podem ocorrer mudanças na ordem dos locutores, mas o roteiro básico é esse. Logo faremos a "decoupage" das entrevistas para inseri-las.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Grupo: Ivo Felipe, Mariana Felippe de Oliveira, Nicole Benete, Xenda Amici

Atividade Podcasting 2

Tema: Panorama Musical Santista
Nome: Som Santista
Formato: Análise/Comentários
Público alvo: público santista, interessado em artistas da cidade
Pauta para o programa-piloto: Iremos pegar artistas com projeção local e falar sobre o trabalho que eles realizam, como foi seu começo, como é sua situação atual, como é recebido pelo público santista, músicas de sucesso. Se houvessem mais três programas, daríamos continuidade ao projeto inicial, abordando outras bandas já conhecidas e bandas que ainda não chegaram ao sucesso.

quinta-feira, 1 de março de 2007

O Novo Mundo Cibercultural

Antes dos anos 60, a informática era muito diferente da que temos hoje. Era usada apenas para projetos militares, tecnocracia científico-industrial e por especialistas técnicos. Os computadores eram inimagináveis para a população comum. Foi aí, que um grupo de pessoas resolveu quebrar esse modelo existente e buscar meios de permitir a todos esse novo mundo de informação. O computador pessoal só surgiu graças a essas pessoas; e a cibercultura também.

A cibercultura, fenômeno do último século, é conseqüência da micro-informática. No início da era do computador pessoal, este era apenas um novo banco de dados, usado para organizar a vida das pessoas – quase que sempre para trabalho. Hoje, os computadores são muito mais do que isso: tomaram o espaço de muitos outros aparelhos e trazem em si diversas funções como calculadora, agenda telefônica, jogos, ambientes de pesquisa, meios de comunicação. Foi assim que essas mágicas máquinas de entreter tornaram-se essenciais à vida dos que tem acesso a elas e a cibercultura surgiu como um movimento social, modificando e criando novos hábitos para a população.

Essas novas máquinas, cada vez mais modernas, buscam assemelhar-se cada vez mais ao cérebro humano, simular seres vivos e aliar o conhecimento natural às necessidades da sociedade moderna, facilitando a vida do Ser Humano.

Teorias da cibernética vieram mostrar que a informação é a base para definir o ser humano em todos os sentidos e as trocas de informação que determinam sua evolução e sobrevivência. A separação entre cibernética e informática se dá, quando vemos a informática como técnica de manipulação da informação, enquanto a cibernética busca ser um modo de reflexão sob como usar a informação. A cibernética faz pensar, e assim tornou um movimento cultural: a cibercultura.

Esse movimento social, que continua borbulhando em nossa sociedade, veio para democratizar o acesso à informação e garantir o direito à liberdade de expressão e privacidade. A nova informática busca, acima de tudo, tornar-nos todos capazes de acessar e entender o mundo digital inserindo-nos nesse novo mundo.